Falando sobre amor, paixão, encontros e desencontros…

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Aprendi que aconteça o que acontecer…

Aprendi que, aconteça o que acontecer, pode até parecer ruim hoje, mas a vida continua e amanhã melhora.

Aprendi que, dá para descobrir muita coisa a respeito de uma pessoa, simplesmente observando-a.

Aprendi que, independentemente da relação que você tenha com seus pais, ou qualquer outra pessoa, você vai ter saudade deles quando se forem.

Aprendi que, ganhar a vida não é o mesmo que ter uma vida.

Aprendi que a vida, às vezes, nos oferece uma segunda oportunidade.

E às vezes… Não

Aprendi que, a gente não deve viver tentando agarrar tudo pela vida afora

Tem que saber abrir mão de algumas coisas.

Aprendi que, quando decido alguma coisa com o coração, em geral, vem a ser a decisão correta.

E quando descubro que a decisão não foi a mais correta…

Aprendi a ter humildade para aceitar e aprender com os meus erros.

Aprendi que, sempre devemos estender a mão para alguém.

Aprendi que, as pessoas esquecem o que você diz, esquecem o que você faz, mas não esquecem como você faz com que elas se sintam.

 

Enfim…

Aprendi que, ainda tenho muito que aprender.

 

 

 

 

 

 

 

*Gostei deste texto navegando pela internet, mas desconheço seu autor.

Dei uma ligeira modificada nele e resolvi publicar.

 

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Será pedir muito?

Tudo o que eu mais queria era ser adorada

Será pedir muito ser admirada?

Ser acariciada, beijada, abraçada….

Amada!?

Isso será pedir muito?

Alguém que me trate com o devido carinho e respeito.

Alguém que seja teimoso ao ponto de me mimar

De adivinhar os meus pensamentos

De me agradar o tempo todo

Alguém que não seja egoísta

Que não se importe apenas consigo mesmo

Alguém que me coloque no colo e me aconchegue

Que olhe nos meus olhos na hora do amor

E me diga: – Adoro você

Alguém que me trate como pessoa

Como mulher que sou

E não apenas como um objeto de desejo

Descartável!

Alguém sensível e capaz de se doar também

Isso será pedir muito?

 

 

 

 

Ah o amor

Ah, o amor, essa raposa.

Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados. Não funciona assim.

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não-fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo à porta.

O amor não é chegado a fazer contas e não obedece a razão.

O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo ou por conjunção estelar.

Costuma ser despertado mais pelas flechas do cupido do que por uma ficha limpa.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã da Ana Carolina.

Isso são só referências.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC.

Ama-se justamente pelo que o amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos tem às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó.

 Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é…

 

Crônica de Roberto Freire deviamante modificada por Samantha

 

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