Falando sobre amor, paixão, encontros e desencontros…

Posts marcados ‘choro’

Um dia após o outro

Nada como um dia depois do outro

Nada como um dia após uma noite

Nada como o sol depois da tempestade

Nada como o calor depois do frio

Nada como um sorriso depois do choro

Nada como um abraço depois do medo

Nada com a água para quem tem cede

Nada como a comida para quem tem fome

Sábias palavras

Sábios ditados

Nada como ver aquele que te fez sofrer… Sofrer

Nada como ver aquele que te fez chorar… Chorar

Aquele que antes riu de uma paixão impossível

Hoje, está impossivelmente apaixonado

Aquele que te desprezou

Hoje, é desprezado

Aquele que não te compreendia

Hoje, é incompreendido

Um ciclo vicioso

Uma armadilha da vida

A maneira que a vida encontrou de mostrar no mesmo grau de intensidade

o sofrimento causado por nós mesmo

Uma forma dolorosa de entendimento

Mais necessária para aqueles sem coração, sem sentimento,

sem emoção e sem entendimento

Enxergo como uma forma de crescimento

Uma forma dolorida mais necessária de entendimento

Amor

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Amor, poema ou poesia
Esse sentimento que aumenta a cada dia,

Amor é a alegria de um coração,
Que às vezes não sabe dizer não
Amor: sonho ou realidade,
Talvez seja um passo para a felicidade
Amor: mentira ou verdade,
Às vezes é a própria infelicidade
Amor: choro ou sorriso
Às vezes, a ilusão de viver num paraíso
Amor não tem idade
Seja velho ou menino
Um mar de rosa ou espinhos
Amor, muitíssimos os que amam 
Pouquíssimos os que sabem amar.
Então não se envergonhe,
Se por amor um dia você chorar

Mudança

mudanca

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o Mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.

E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.

 

 

Por Luís Vaz de Camões

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