Falando sobre amor, paixão, encontros e desencontros…

Arquivo para setembro, 2008

Vida curta demais?

Não sei…

se a vida é curta ou longa demais para nós,

mas sei que nada do que vivemos tem sentido,

se não tocamos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:

Colo que acolhe,

Braço que envolve,

Palavra que conforta,

Silêncio que respeita,

Alegria que contagia,

Lágrima que corre,

Olhar que acaricia,

Desejo que sacia,

Amor que promove.

E isso não é coisa do outro mundo.

É o que dá sentido a vida,

É o que faz com que ela…

Não seja nem curta e nem longa demais.

Mas que seja intensa, verdadeira e pura…

Enquanto durar…

( Cora Coralina )

 

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Dia do amante

Ontem foi o dia dos amantes, sabiam?

Pois é, homens que traem, mulheres que traem, quem será que trai mais?

Bem, não importa.

Uma relação longa e duradoura é perfeita pela cumplicidade, intimidade e companheirismo, que são ingredientes saborosos.

Mais tem algumas coisas, que depois de alguns anos é difícil acontecer.

Sentimos falta daquele friozinho na barriga, daquela sensação gostosa da primeira vez, do arrepio do primeiro beijo e do prazer da conquista.

Sabe aquele beijo que dá logo vontade de tirar a roupa?

Nossa!

A vontade de trair, pode ser vista como uma pista de que algo está faltando na relação.

De que há lacunas sem preenchimento dentro da relação.

Há aqueles que não abrem mão dessa volúpia, mesmo estando em uma relação duradoura.

O ser humano é um ser eternamente desejante.

E o desejo é um fluxo: sempre há o desejo da vez.

 

 

* A vida é uma só e a gente tem que aproveitar.*

 

 

 

Quer se apaixonar?

Ei, alguém aí quer se apaixonar?

Porque hoje em dia, as pessoas só ficam, beijam, transam e vão embora.

Amanhã, encontram outra pessoa e tudo recomeça.

Engraçado isso.

Ainda estou me acostumando, pois sou a moda antiga.

Sou do tempo em que existia aquele olhar 43, olho no olho, insinuação, conquista, boca com boca, abraços apertados, gostosos, cheiro, toques e carícias.

Hum… Adoro isso!

Mas hoje, as pessoas são apressadas, mal se olham ou mal se conhecem, já se beijam, transam de qualquer jeito, do jeito que dá e vão embora, se separam.

Alma gêmea?

Penso ainda procurar a minha, mas talvez ela não seja univitelina como antes pensava ser, agora ela é bivitelina (placentas diferentes) bem diferentes, diga-se de passagem.

Difícil será reconhecê-la quando ela aparecer.

 

 

Quem é Samantha?

Sabe, ainda não descobri e me pergunto.

Se sou uma mulher com jeito de menina ou uma menina com cara de mulher?

Quem sou eu? 

Ainda estou tentando descobrir.

A mulher é mãe, profissional, dona de casa, responsável e disciplinada.

A menina, ah a menina…

Essa é sonhadora, romântica, brincalhona, desastrada, tímida e ingênua.

Acredita ainda que seu príncipe encantado irá chegar em um cavalo branco e irá resgatá-la da torre em que se encontra presa.

Mas as duas realmente acreditam no amor, na paixão, na amizade e nas pessoas.

Ambas acreditam que mesmo com todos os obstáculos e adversidades da vida, existe um “reino encantado” onde todos serão felizes para sempre.

A menina se entristece dia após dia, porque não consegue ser compreendida pelas pessoas, não consegue ser levada a sério, não consegue enxergar a sinceridade das pessoas e não encontra seu príncipe encantado.

A mulher permanece ali, inerte em seu mundo, assumindo todas as suas funções e lutando contra a menina, para que a menina acorde desse seu mundo cor-de-rosa e veja que a vida não é um conto de fadas.

Eu sou Samantha.

Muito prazer.

*Estarei aqui de agora em diante dando minha pequena contribuição e trocando experiências com vocês.*

 

 

 

 

 

 

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